Na decisão de 38 páginas, Gonzalez Rogers afirmou que existem controvérsias relevantes que deverão ser analisadas no processo, entre elas se as plataformas da Meta são, de fato, viciantes, se a empresa negou falsamente que elas foram projetadas dessa forma e se os serviços são direcionados, ao menos em parte, ao público infantil.
Justiça dos EUA mantém ação que acusa Meta de viciar crianças















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