A defesa do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, criticou a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada nesta sexta-feira (10), que bloqueou R$ 119 milhões do dirigente por supostamente indicar emendas parlamentares forma irregular. Os advogados afirmam que a medida “parte de premissas frágeis” e representa uma “indevida criminalização da atividade político-partidária”.

A decisão de Dino foi tomada com base em investigações da Polícia Federal (PF), que apontam a existência de um esquema de direcionamento irregular de emendas parlamentares. Segundo os investigadores, ao menos 21 emendas teriam sido articuladas em benefício de Valdemar, apesar de ele não exercer mandato parlamentar.

“Valdemar Costa Neto nega categoricamente a prática de qualquer crime. […] Não há qualquer prova, ou mesmo indício, de que tenha aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso”, afirmaram os advogados Marcelo Luiz Ávila de Bessa e Thiago Lôbo Fleury em uma nota à imprensa (veja na íntegra mais abaixo).

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