
O primeiro turno das eleições de 2026 terminou com sete candidatos que não obtiveram nenhum voto. Outros dois receberam apenas um voto. Os achados se concentram nas regiões Norte e Nordeste, mas há uma ocorrência em Goiás. Dois dos candidatos sem votos constam como “anulado sub judice”, situação em que há decisão desfavorável ao registro ainda sujeita a recurso.
O estado com mais ocorrências foi o Acre. Nele, a candidata a deputada federal Rosângela Santos (Democrata) obteve apenas um voto. Já os candidatos a deputado estadual Renilda Rocha (Solidariedade) e Pedro Benevides (PRD) terminaram zerados.
Único caso no Centro-Oeste, o candidato a deputado estadual por Goiás Raimundo Aguiar (DC) também não teve votos a si registrados.
No Pará, Luiz Damião (DC), que concorreu a deputado estadual, não obteve votos. Dois candidatos a deputado estadual na mesma situação estão com o registro “sub judice”: Mouracia (Mobiliza) e Luís Augusto (Mobiliza).
O Democracia Cristã é o partido com mais nomes nesta lista. Completam o levantamento a candidata a deputada federal por Alagoas Joelma Tavares (DC), com 1 voto, e o candidato a deputado estadual por Roraima, Chagas Enfermeiro (DC), com nenhum voto.
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Do lado oposto, Nikolas e Pavanato bateram recorde histórico
No extremo oposto, houve votações recordes. Nikolas Ferreira (PL-MG), com 3.119.318 votos, e Lucas Pavanato (PL-SP), com 3.038.438, tornaram-se os dois deputados federais mais votados da história da Câmara.
Em São Paulo, Eduarda Campopiano (PL) recebeu 1.956.238 votos para deputada estadual, a maior votação da eleição de 2026 para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e a segunda maior da história da Casa, atrás apenas de Janaína Paschoal (PP), que obteve 2.060.786 votos em 2018.
A totalização ainda revela 2.300.798 votos em branco (1,84%), 3.674.249 votos nulos (2,93%) e a abstenção de 33.469.244 eleitores (21,08%). Agora, a campanha do presidente Lula (PT) tenta reverter o cenário de abstenção como parte da estratégia para tentar superar o adversário Flávio Bolsonaro (PL). O petista teria que quebrar um tabu histórico, sendo o primeiro a reverter o cenário do primeiro turno no segundo.















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