O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes estendeu à Defensoria Pública da União (DPU) um benefício orçamentário que já havia concedido ao Ministério Público da União (MPU). A liminar publicada nesta terça-feira (6) exclui as receitas próprias do órgão do novo teto de gastos instituído pelo arcabouço fiscal.

A liminar ainda precisa passar pelo aval do plenário. Agora, o Planalto e o Congresso Nacional possuem cinco dias para prestar informações. Depois, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) têm cinco dias cada uma para manifestação.

Sob relatoria de Moraes, o Supremo vem flexibilizando a regra orçamentária em relação aos recursos próprios. Em abril de 2025, foi o relator do processo que abriu a primeira exceção, em relação ao próprio Poder Judiciário. Em janeiro de 2026, atendeu a um pedido semelhante vindo do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Posteriormente, a decisão foi confirmada pelo plenário.

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