A crise no Supremo Tribunal Federal (STF), que até então vinha sendo invocada em pedidos de liberdade de investigados do caso Master, chegou ao escândalo das fraudes previdenciárias no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O empresário Maurício Camisotti pediu nesta quinta-feira (8) que o presidente da Corte, Edson Fachin, determine ao ministro André Mendonça a análise de um pedido de revogação de sua prisão preventiva.

A defesa afirma que Camisotti enfrenta um “limbo”, uma vez que Fachin recebeu os autos, mas a relatoria permaneceu com Mendonça. Com isso, pedidos urgentes teriam ficado sem análise.

Camisotti foi preso em 12 de setembro de 2025, na Operação Cambota, desdobramento da Operação sem Desconto. Mendonça autorizou a prisão sob a justificativa de que haveria risco de que o empresário tentasse embaraçar as investigações, ocultando ou dilapidando patrimônio.

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