A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aposta no medo da perda de benefícios sociais para vencer Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. Para isso, agentes de uma força-tarefa deflagraram esta semana uma avalanche digital de mentiras sobre propostas do adversário.

O movimento nas plataformas online, chamado de “terrorismo eleitoral” pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), começou com força nesta quarta-feira (8), apoiado por influenciadores como o deputado André Janones (Rede-MG) e deputados eleitos Pedro Rousseff (PT-MG) e Ana Elisa (PT-MG).

Ela recebeu 524.216 votos, a segunda maior votação entre os candidatos a deputado no estado, atrás de Nikolas, que recebeu 3.119.318 votos.

Lula orientou os aliados a advertir beneficiários de programas sociais e aposentados sobre possíveis cortes nos benefícios em um eventual governo Flávio. A estratégia ganhou corpo na reorganização da campanha logo após o primeiro turno, quando o petista ficou atrás do rival, buscando reversão.