A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a suspensão do canal de WhatsApp comandado pelo deputado André Janones (Rede-MG) usado para propaganda pró-Lula, sob acusação de disseminar informações falsas contra o candidato do PL.

Com 3,2 milhões de inscritos, o espaço batizado de “Exército do Lula” mobiliza apoiadores da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A ofensiva busca a exclusão do canal em duas horas e o banimento de seu administrador até o encerramento do segundo turno. Os advogados sustentam que a Meta descumpre compromissos apresentados à Justiça Eleitoral ao permitir o funcionamento de uma estrutura que, na avaliação da campanha, ilegal e explicitamente distribui desinformação em massa.

Na ação que mira, além de Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e Janones, Flávio também pede a cassação do registro ou diploma da chapa governista e a inelegibilidade dos responsáveis pelos abusos. A acusação afirma que o deputado distribui “missões” de compartilhamento e teria empregado recursos públicos de campanha para impulsionar propaganda negativa.