Os que me acompanham nesta coluna conhecem a expressão “Máfia Verde”, com a qual eu e meus coautores do livro de mesmo nome, cuja primeira edição é de 2001, batizamos o aparato internacional de ONGs ambientalistas-indigenistas e suas redes de apoio que operam contra o desenvolvimento do Brasil e de outros países empenhados em modernizar suas estruturas econômicas.

Na coluna anterior, comentei a atuação de um dos apêndices auxiliares desse aparato, o Ministério Público Federal, notório criador de obstáculos jurídicos “verdes” a todo tipo de atividades produtivas e projetos de infraestrutura, e a perspectiva positiva de que o novo cenário político criado pelas eleições de 4 de outubro possa refrear o seu ímpeto antidesenvolvimentista.

Essa impressão se reforça com as reações do aparato “verde-indígena” aos resultados do pleito, algumas beirando a histeria, como a nota da ONG Climainfo (06/10/2026):

“(…) Avanços conquistados nos últimos anos na agenda de meio ambiente e clima correm risco de serem desperdiçados por um possível governo negacionista, vitaminado por um Legislativo dominado pelos lobbies do agronegócio e da indústria de combustíveis fósseis.