A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou nesta terça-feira (20) as quatro primeiras ações, com base na Lei Antifacção, para pedir à Justiça o perdimento de R$ 190,3 milhões em bens de suspeitos de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

As ações foram protocoladas na Justiça Federal do Paraná, de São Paulo e do Rio Grande do Sul. Sancionada em março deste ano, a Lei Antifacção autoriza o perdimento civil de ativos de origem ilícita sem a necessidade de uma condenação criminal prévia.

Em nota, a AGU afirmou que três das ações somam R$ 82 milhões em bens e abrangem 87 réus por suspeita de contrabando de cigarros paraguaios e agrotóxicos proibidos ligados ao PCC. Os processos têm origem nas operações Marola, Delivery e Contaminatus.

VEJA TAMBÉM:

  • MPF apura se chefe da PF violou sigilo ao falar sobre irmão de Lula no caso INSS