O presidente Lula (PT) afirmou que aceita as condições impostas por Flávio Bolsonaro (PL) para a abertura de sigilos bancários e telefônicos, desde que o senador também autorize o acesso aos dados de pessoas e empresas ligadas a ele. Além disso, a campanha petista concordou em incluir Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, entre os alvos do pedido.

Entretanto, a campanha de Lula questionou a exclusão da empresa Alcazar Holdings da documentação apresentada pela defesa de Flávio ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo os petistas, a empresa tem ligação com o advogado Willer Tomaz, amigo do senador. Enquanto isso, Lula declarou em um ato em Belo Horizonte que Flávio “trucou”, mas não tem “carta boa”. A campanha do presidente informou que pretende formalizar a resposta ao TSE nesta quinta-feira (22).

Governo Lula mantém sigilo sobre gastos milionários do cartão corporativo

O governo federal mantém em segredo cerca de R$ 83 milhões em despesas da Presidência da República realizadas via cartão corporativo entre 2023 e agosto de 2026. Apesar do discurso de transparência na campanha eleitoral, a gestão atual também acumula mais de 22 mil negativas de acesso à informação. O cenário ocorre em meio a um desafio público de abertura de dados entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Qual é o valor total das despesas da Presidência mantidas sob sigilo?