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Liquidez diária: o que significa e por que importa

Liquidez diária, ou alta liquidez, é a capacidade de resgatar um investimento a qualquer momento. Ou seja, é possível usar o dinheiro sempre que precisar, sem perda de rentabilidade. 

Este tipo de liquidez é importante para quem prioriza flexibilidade financeira, e os investimentos que possuem liquidez diária são classificados como D+0 (dinheiro fica disponível no mesmo dia do resgate) ou D+1 (cai na conta no dia útil seguinte). 

Investimento de alta liquidez é para manter dinheiro acessível 

liquidez diária é a característica principal exigida para formar a reserva de emergência, já que garante acesso rápido aos recursos sem perder o rendimento acumulado.  

Imagine, por exemplo, que uma emergência faz com que o você ultrapasse o teto da sua renda mensal em R$ 4 mil. Um investimento de alta liquidez garante que você consiga retirar essa quantia da aplicação de forma rápida. 

A modalidade também é uma boa opção para objetivos financeiros de curto prazo, como viagens e compras planejadas, ou para reservas de oportunidade — aproveitar momentos estratégicos do mercado financeiro sem resgatar investimentos de longo prazo. 

Há várias alternativas de investimento com liquidez diária 

Investir em aplicações de alta liquidez costuma ser a prioridade de investidores iniciantes. Além de acesso rápido ao dinheiro, garante maior previsibilidade nos resultados, menos burocracia e funciona como reserva de emergência. 

  • Tesouro Selic: é considerado um dos investimentos mais seguros do mercado, já que tem garantia do governo. Ainda, acompanha a taxa básica de juros da economia, o que garante proteção contra a inflação. 
  • Poupança: investimento mais popular entre os brasileiros também tem liquidez diária. Contudo, sua rentabilidade é limitada. 
  • FIIs: os Fundos de Investimento Imobiliário estão na bolsa de valores e dão acesso ao setor imobiliário sem que precise adquirir imóveis diretamente. Contudo, por conta das oscilações de preço podem resultar em ganhos ou perdas na hora do resgate. 
  • Fundos DI: são fundos de investimento em renda fixa que aplicam pelo menos 95% do patrimônio em títulos atrelados ao CDI ou à Selic. Apresentam baixo risco e, por isso, são uma opção para quem quer investir em algo mais estável. 
  • Ações: investidores conseguem negociar papéis na Bolsa de Valores livremente. Contudo, assim como os fundos imobiliários, apresentam alta volatilidade. São mais indicadas a pessoas dispostas a tolerar riscos na busca de retornos maiores. 

Vale lembrar que nem sempre os investimentos com liquidez diária são a melhor ou a única opção. Retornos menores comparados a aplicações de prazo fixo, rendimento pouco atrativo nas baixas da Selic e tributação no resgate são algumas das desvantagens. 

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