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Pré-candidatos ao Senado no Paraná repercutem áudio de Flávio

A divulgação do áudio do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro pelo Intercept Brasil tem sido usada para movimentar a pré-campanha política para o Senado no Paraná.

Em publicação em sua rede social, o pré-candidato ao Senado Deltan Dallagnol (Novo-PR) comentou que o áudio de Flávio com Vorcaro não mostra crime, mas sim um pedido de patrocínio privado sem contrapartida. “É o mesmo critério que a Lava Jato usou para não acusar Lula pelo filme da Odebrecht em 2009, quando Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa patrocinaram a cinebiografia [do Lula] e depois faturaram bilhões em contratos do PAC”, divulgou o político.

A ex-ministra do governo Lula Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse que cada vez mais a família Bolsonaro se “enrola” com o caso Master. “Agora é o Marcello Lopes, escolhido para cuidar da publicidade do Bolsonarinho, o cara que foi estrategista de um plano contratado por Daniel Vorcaro para fazer ataques nas redes sociais contra o BC [Banco Central]. Não adianta o ‘Bolsonarinho’ pedir CPMI do Master em vídeos. Quando podia fazer pra valer, na sessão do Congresso, se calou”, atacou.

Pré-candidato ao Senado no Paraná, o deputado federal Filipe Barros (PL-PR) repostou na rede social um vídeo de Flávio Bolsonaro, em que ele pede a CPI do Banco Master. No vídeo, ele afirmou que o áudio com Vorcaro nada mais é que “um filho procurando investidores privados para fazer um filme privado sobre a história do seu próprio pai”.

A pré-candidata ao Senado Cristina Graeml (PSD-PR) declarou que o áudio envolvendo Flávio e Vorcaro não deve ser analisado de maneira precipitada. “A esquerda comemorou. A direita entrou em alerta. E muita gente já saiu decretando vencedores e derrotados. Mas política séria não se analisa no impulso”, analisou.

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