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Ex-executivo diz que Meta deixou segurança infantil em segundo plano

Bejar também afirmou que a Meta tinha tecnologia para identificar usuários suspeitos de terem menos de 13 anos e exigir verificações adicionais de idade. Segundo ele, a empresa optava por não agir de forma ampla diante do problema, adotando uma postura que classificou como de “não pergunte, não conte”, por considerar essa estratégia financeiramente vantajosa no longo prazo.

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