Modelo e filho da atriz Cindy Crawford, 60, Presley Gerber (1999-2026), morreu aos 27 anos no último domingo (20). A notícia foi confirmada pela assessoria do famoso à CNN, que pediu privacidade para os familiares durante este “momento muito difícil e doloroso”.
Ainda que a causa da morte de Gerber não tenha sido divulgada oficialmente, o portal norte-americano TMZ disse que fontes próximas à investigação afirmaram que a família de Presley foi informada de que a morte seria resultado de uma aparente overdose.
O Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles, porém, apenas confirmou que eles ainda estão investigando a causa da fatalidade e que o Departamento de Polícia de Santa Monica seguirá analisando o caso.
“A investigação ainda está em andamento e as informações disponíveis são limitadas. O óbito foi constatado às 9h45 do dia 20 de setembro de 2026 pelos paramédicos que atenderam à ocorrência. O Departamento de Polícia de Santa Monica é o órgão responsável pela investigação”, afirma o comunicado oficial.
A atualização da instituição californiana também informou que Presley morreu enquanto estava em uma clínica de reabilitação. Segundo o TMZ, o Instituto Médico ainda precisa realizar a autópsia, que incluirá exames toxicológicos para determinar quais substâncias estavam presentes no corpo do modelo quando ele morreu.
Histórico de vício
Em março desse ano, Gerber fez um relato sobre o vício nas redes sociais. Ele mencionou a possibilidade de fazer tratamento com ibogaína e sobre o processo de cura.
“Antes da dose de ibogaína — um momento de silêncio antes de tudo mudar. Eu estava absolutamente apavorado e sabia que ficaria novamente se algum dia tivesse que enfrentar algo assim outra vez (ajuda não entrar nas situações que fazem você chegar a esse ponto, mas às vezes a vida é assim)”, iniciou em legenda de publicação no Instagram.
Extraída de uma planta africana, a ibogaína é uma substância psicoativa natural. Nos últimos anos, ela vem sendo estudada como possível auxiliar no tratamento da dependência química, porque pode auxiliar na redução de sintomas de abstinência e afetar circuitos do cérebro relacionados à dependência.
“Vamos ver. Estou rezando para que seja a última vez que precise voltar. Da próxima vez, gostaria de poder escolher. E não posso deixar de mencionar a equipe incrível, cuidadosa, gentil e que realmente sabe o que está fazendo. Isso ajuda muito, e fiz algumas amizades muito legais por lá”, completou.
*Com informações de Giu Aya, da CNN Brasil, sob supervisão de Ana Beatriz Dias

















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