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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria sido visto utilizando um objeto semelhante a um telefone celular dentro da cabine de votação neste domingo (4), como fez mais cedo o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo-MG). O porte do aparelho no momento do voto na urna eletrônica é proibido segundo a legislação eleitoral e pode levar à prisão.

À Gazeta do Povo, no entanto, o gabinete de Gilmar Mendes no STF negou que o ministro portava aparelho no momento do voto, e sim que era sua carteira funcional com a cola eleitoral, o que é permitido pela legislação.

“O ministro Gilmar Mendes não entrou com celular na cabine de votação. O que levava era a carteira funcional, com a ‘cola’ eleitoral, permitida pelo TSE. O aparelho ficou com o segurança. A mesária confirmou que o celular não estava com o ministro”, afirmou o gabinete do ministro à reportagem.

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