A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) suspendeu o julgamento que pode retirar da Enel o controle sobre a energia elétrica na região metropolitana de São Paulo. O caso entrou na pauta nesta terça-feira (6) e já conta com dois votos pela caducidade do contrato.

Nomeada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a relatora, diretora Agnes Maria de Aragão Costa, votou para recomendar a caducidade ao Ministério de Minas e Energia. A diretora Ludimila Lima da Silva acompanhou. Ludimila atua como substituta após o término do mandato de Fernando Mosna. Já o diretor Gentil Nogueira de Sá Júnior, nomeado pelo presidente Lula (PT) em 2025, pediu vista, adiando a discussão.

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Apagões geraram pressão da Aneel e de políticos sobre contrato

A Enel já vinha sendo alvo de fiscalização e críticas após sucessivos apagões na Grande São Paulo. A pressão, no entanto, aumentou depois que um ciclone extratropical causou uma queda generalizada de energia, em 10 de dezembro de 2025.