O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na tarde deste domingo (11), que não aceitará a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, que ordenou a suspensão do canal de transmissão “Exército do Lula” no WhatsApp. O petista classificou a ordem como uma “intromissão indevida da Justiça Eleitoral na eleição”.

“Acho um absurdo. Nossos advogados vão ter que entrar com pedido de explicação do presidente da Corte Eleitoral porque, já há alguns dias, estou percebendo que há muitas decisões tendenciosas”, disse o presidente a jornalistas antes do ato de campanha na Avenida Paulista. 

“Não vamos permitir que seja fechado um canal de um deputado que está pedindo para as pessoas que querem votar em mim participar de um canal, o ‘Exército do Lula’”, acrescentou. A declaração ocorreu antes de o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubar a ordem de Nunes Marques e liberar o canal.

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