O deputado federal Rui Falcão (PT-SP) pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) afaste das funções eleitorais o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, durante as eleições de 2026. O pedido é baseado na atuação do magistrado do grupo de WhatsApp “Exército do Lula”.

O documento foi enviado ao site Diário do Centro do Mundo (DCM) e exibido na íntegra, mas não aparece ainda nos sistemas do Supremo. Nele, o parlamentar pede uma investigação criminal, com o afastamnto cautelar das funções por suposta parcialidade. Segundo Falcão, o magistrado teria acolhido o pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para suspender o canal sem provas da acusação de desinformação.

A acusação inicial é de falsidade ideológica eleitoral, por decisões proferidas entre domingo e terça-feira (13). O documento traça uma linha do tempo da tensão na Corte (relembre mais abaixo) e argumenta que afirmações feitas nas decisões não estão comprovadas.

Entre as afirmações apontadas está a de que o canal espalhava desinformação reconhecida pelo TSE. Um relatório técnico do órgão não encontrou tais conteúdos, mas não descartou a possibilidade de edição ou exclusão.