Se você não gosta da esquerda de hoje, espere para conhecer a próxima. Parte dela foi eleita no último dia 4 e chega à Câmara e às assembleias legislativas falando em revolução, reestatização, legalização do aborto e fim do ensino religioso nas escolas públicas.

Composta por jovens que se projetaram na internet, essa turma quer ocupar o espaço do lulismo apostando em ideias extremas. Mas, enquanto os velhos sindicalistas do PT ainda negociavam com o patrão, a nova geração olha torto para quem acredita em diálogo.

A lista tem mais de 20 nomes espalhados por sete estados e pelo Distrito Federal, divididos entre PT, PSOL e PCdoB. O grupo reúne influenciadores comunistas, militantes de movimentos sociais e ativistas woke. Alguns vão assumir o primeiro mandato. Outros já tinham uma cadeira e passaram para um cargo diferente.

Mas será que esse bloco vai fazer alguma diferença? Ou só aumentar o barulho dos camaradas que já vivem de gritaria?