O segundo turno da eleição presidencial ocorrerá no próximo domingo. Esta, portanto, é uma semana decisiva para uma eleição decisiva, em que os brasileiros terão de escolher se querem continuar sob um regime disfuncional e de exceção, uma juristocracia, ou se desejam voltar ao equilíbrio e à normalidade democrática. Trata-se da opção entre um país decente, seguro e rico, ou um país onde a irresponsabilidade virou norma e a mentira, sua marca registrada; entre um futuro promissor, ou o seu sepultamento.

Não pode haver dúvida válida acerca da única alternativa razoável. Lula foi conivente e cúmplice dos abusos perpetrados durante anos pelo STF. Tirou vantagem deles, alimentou-os e serviu-se deles para seus fins, incompatíveis com o bem do Brasil. Votar em Lula é, infelizmente, contribuir para a demolição da democracia e do progresso, ainda que muitos não o tenham percebido – e seguem sem percebê-lo ainda que o petista, neste exato momento, esteja empenhado em violar qualquer decência que se requer de um homem público, abrindo mão até das aparências.

Não basta que não nos deixemos comprar; é preciso trabalhar para que todos os que nos são próximos também não se deixem comprar