Domingo, temos um encontro com o nosso destino. Uma oportunidade de dizer, nas urnas, aquilo que milhões de brasileiros estão cansados de repetir em casa, no trabalho, nas conversas entre amigos: chega! Este país é nosso.

Ninguém suporta mais a criminalidade. O crime organizado que se espalha pelo país, as ruas inseguras, os furtos que já nem são registrados porque ninguém acredita que alguma coisa será feita. Chega de aceitar que homicidas andem livres pelo país. Chega de impunidade. Chega de sair de casa com medo, de esconder o celular dentro do ônibus, de andar olhando para os lados, de mudar os próprios hábitos porque o Estado não consegue cumprir sua obrigação mais elementar: proteger o cidadão.

Chega de viver com medo. Não, ninguém espera que a troca de um presidente possa resolver magicamente a segurança pública brasileira. Mas a complacência é uma das causas do avanço do crime no Brasil. Quando o maior mandatário do país justifica o roubo do celular “para tomar uma cervejinha”, ou defende a saidinha do preso em vez da liberdade dos cidadãos de bem, isso se reflete nas ruas.

Chega de ter medo de falar. De expressar uma opinião e se perguntar se ela poderá trazer consequências. De depender do humor de um juiz, da simpatia de uma autoridade ou da corrente política de um promotor. Chega de censura, de intimidação e da ideia absurda de que a liberdade de expressão depende da autorização de quem governa ou passou num concurso.