
Às vésperas do pleito histórico de domingo (25), uma aposta do presidente Lula (PT) recebeu a resposta de Flávio Bolsonaro (PL). O candidato conservador apresentou nesta terça-feira (21) uma petição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em resposta ao desafio de quebras de sigilo lançado nesta semana pelo petista.
Em seguida, Flávio diz que aceita liberar o seu sigilo bancário e telefônico se Lula abrir os registros de seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que teve envolvimento com a empresária Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal (PF).
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta quarta-feira (21). Hoje participam do programa o escritor Francisco Escorsim, o professor da FGV Daniel Vargas e o colunista da Gazeta do Povo Luís Ernesto Lacombe.
A manifestação de Fachin
Outro tema do programa de hoje será a declaração do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que afirmou nesta quarta-feira (21) que as democracias podem ser corroídas por dentro, inclusive por “meios aparentemente legais”, mas também reconheceu o risco de os próprios tribunais ultrapassarem seus limites e substituírem o debate político pela vontade dos magistrados.
A polêmica foto de Lulinha
Os convidados também vão falar a respeito das imagens vazadas envolvendo Lulinha. O conteúdo revela o empresário em um jatinho avaliado em mais de US$ 20 milhões ao lado da lobista Roberta Luchsinger. Os dois são suspeitos de participar de um esquema de tráfico de influência e corrupção para facilitar contratos com o governo federal envolvendo medicamentos à base de canabidiol.
Pesquisa Quaest
O programa vai falar a respeito da pesquisa do instituto Quaest, divulgada nesta quarta-feira (21), sobre as intenções de voto para presidente da República no segundo turno das eleições 2026. Flávio Bolsonaro (PL) soma 45% e Lula (PT) tem 44%. O levantamento foi registrado no TSE nº BR-08535/2026.
Bloqueio de canais de Whats na reta final
Por fim, os convidados vão falar sobre o possível bloqueio de canais políticos no WhatsApp às vésperas do segundo turno da eleição presidencial marcada para o próximo domingo (25). A medida atingiria aqueles que possuem mais de 200 mil seguidores, afetando diretamente os dois que ganharam mais destaque nesta reta final: o “Exército do Lula”, que conta com mais de sete milhões de participantes, e a “Tropa do Flávio”, com cerca de dois milhões.

















Leave a Reply