Nos últimos dias antes do segundo turno das eleições, a militância da esquerda intensificou a mobilização nas redes sociais e nas ruas em busca de votos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A estratégia aposta no engajamento especialmente de jovens para convencer familiares idosos, eleitores indecisos e pessoas que não compareceram às urnas ou votaram em outros candidatos fora Lula e Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno.

A mobilização combina apelos emocionais, argumentos políticos e ações práticas para estimular a votação. Ela acontece em paralelo à campanha oficial “Lula + 1”, impulsionada por ativistas e figuras como o deputado André Janones (Rede-MG). O desafio consiste em assumir a responsabilidade de garantir ao menos um voto adicional para Lula e reverter o resultado do primeiro turno.

A instrução transmitida por ativistas da esquerda é engajar parentes, vizinhos e conhecidos em diálogos cotidianos para romper resistências ao petismo. Manuais e postagens pendem que militares até providenciem transporte para possíveis eleitores de Lula.

Nas plataformas digitais, os ativistas também ensinam que o jovem tem a confiança dos parentes e pode desmontar rejeições sem criar atritos familiares.