Líderes ou organizações ligadas aos governos do México, Uruguai e Cuba, todos de esquerda, manifestaram incômodo com a possibilidade de Flávio Bolsonaro (PL) vencer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição brasileira, no próximo domingo (25).

Com a onda de vitórias da direita nas eleições nos últimos anos, restam poucos governos de esquerda na América Latina, e estes temem que esse isolamento seja ainda mais acentuado com a vitória de Flávio.

No dia 5, um dia após ele ficar à frente de Lula no primeiro turno, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, foi perguntada sobre a eleição no Brasil e se temia que o país norte-americano fique isolado em caso de derrota do petista.

A esquerdista respondeu que “é preciso aguardar o segundo turno” e desconversou sobre a falta de aliados no continente.