O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, e a plataforma X apresentem, a cada seis horas, relatórios sobre o alcance das publicações do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do influenciador Pablo Marçal até o encerramento do segundo turno, neste domingo (25). A decisão do corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, atendeu a um pedido da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.

A campanha petista acusou Nikolas e Marçal de utilizar as redes sociais para favorecer o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário de Lula na disputa presidencial, por meio da divulgação de informações que considera falsas. Também alegou que a Meta estaria favorecendo a distribuição desse tipo de conteúdo por meio de seus mecanismos de recomendação.

“A tutela inibitória ora examinada não constitui censura prévia, tampouco se destina a restringir a liberdade de expressão, de comunicação ou o exercício regular do debate político-eleitoral”, escreveu Cueva na decisão publicada na sexta-feira (23) e que a Gazeta do Povo teve acesso.

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