A Polícia Federal informou, no final da manhã deste domingo (25), que quatro pessoas já foram presas nas primeiras horas da votação do segundo turno da eleição presidencial por suspeita de crimes eleitorais, de acordo com um boletim parcial do registro de ocorrências. Em paralelo, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), afirma ter registrado 32 ocorrências em 12 estados.
Segundo o MJSP, as ocorrências ocorreram em 12 estados, principalmente no Rio Grande do Sul (11) e na Bahia (7). A pasta afirma que a maioria delas é de propaganda eleitoral irregular (6), seguida de desobediência às ordens da Justiça Eleitoral (3).
No boletim do ministério, há a citação de que três pessoas foram presas e dois termos de conduta foram registrados, enquanto que a Polícia Federal afirma ter prendido quatro pessoas.
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Segundo a autoridade policial, há ainda duas ocorrências em andamento de possíveis flagrantes de crimes eleitorais. Os registros ocorreram nos estados do Espírito Santo, Mato Grosso, Paraíba e Sergipe, como propaganda eleitoral irregular e sigilo do voto.
Também foram lavrados dois termos circunstanciados de ocorrência para apurar a prática de crimes eleitorais.
Segundo o MJSP, as ocorrências foram registradas também em Pernambuco, Paraná, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Tocantins, Piauí, Ceará, Maranhão, Paraíba e Sergipe.
No balanço do ano, diz a PF, foram instaurados 1.608 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais, R$ 51,9 milhões em bens e valores foram apreendidos, sendo R$ 31,7 milhões em espécie.
Neste segundo turno da eleição presidencial, o Brasil tem 158,7 milhões de pessoas aptas a votar neste segundo turno. Além da disputa presidencial, a escolha do novo governador também ocorre em cinco estados e no Distrito Federal.

















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