“Bandeirinha de Israel nesse país, a partir de agora, ou você tira ou a gente bota fogo” — Helder Maldonado, youtuber de extrema esquerda, incitando violência contra igrejas evangélicas que apoiam Israel. O infeliz não consegue nem acender a churrasqueira do condomínio sem chamuscar a sobrancelha, mas quer posar de piromaníaco revolucionário.

“Levanta-se e desaba no choro” — escreveu Felca, influenciador digital, em roteiro onde descrevia o momento em que deveria chorar em vídeo sobre cyberbullying. No original, estava: “Levanta, chora, dá uma cafungada, assoa o nariz, limpa com o dedo e passa no sofá”; mas pediram para dar uma higienizada, para poder entrar no Fantástico logo após o merchan. 

“Apareceu o nepobaby babaca!” — Antonio Tabet, fundador do Porta dos Fundos, em mensagem indireta a um de seus ex-colegas. Em se tratando do Porta dos Fundos, convém ser muito mais específico. Pode ser literalmente qualquer um. Inclusive o próprio. 

“Eles não apresentaram propostas para o desenvolvimento econômico do Brasil. O que dava voto na eleição era um parlamentar ofender o presidente do Senado que não abre impeachment de ministro do STF” — Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, reclamando das prioridades dos eleitores para as eleições para o Senado. Se os senadores tivessem propostas tão edificantes quanto as do Alcolumbre, o Brasil inteiro estaria desfrutando daquela monumental pujança econômica que é o Amapá.