Um eleitorado apático, exausto da polarização e sem vínculo fixo com direita ou esquerda deve ser o fiel da balança na eleição de 2026, segundo o comentarista político Caio Coppolla, o estrategista eleitoral Roberto Reis e Silvio Cascione, chefe da Eurasia Group no Brasil.

Os três defendem que o resultado das urnas em outubro vai depender menos de convicção ideológica e mais da percepção econômica do eleitor sobre preços, crédito e renda, em um cenário que os analistas descrevem como mais equilibrado do que a eleição de 2022.

A leitura foi apresentada durante o painel “Eleições 2026: o que precisamos fazer diferente desta vez?”, no primeiro dia da Money Week 2026 – evento sobre finanças e investimentos – que aconteceu nesta quinta-feira (27), em Balneário Camboriú. 

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