Na medida em que o catastrofismo climático perde força diante do choque de realidade motivado pela inviabilidade técnica e econômica da “descarbonização” da economia mundial, alegadamente imprescindível para impedir um aquecimento descontrolado do planeta, os beneficiários dessa verdadeira indústria de alcance global ajustam suas estratégias para manter os “negócios como sempre”.

Entra em cena a “litigância climática”, uma literal forma de extorsão contra empresas e governos considerados responsáveis por danos ou omissões vinculados a fenômenos meteorológicos atribuídos às emissões humanas de compostos de carbono, aos quais os pregoeiros do apocalipse climático atribuem, sem qualquer evidência plausível, o papel principal na dinâmica do clima global.

No Brasil, onde a agenda catastrofista sempre encontrou terreno fértil, já existem até mesmo cursos de pós-graduação sobre a prática, que está sendo promovida com afã pelo aparato ambientalista-indigenista internacional, com mais de 400 ações registradas, a maioria em estados amazônicos.

Sem surpresa, o Ministério Público Federal (MPF) lidera a pauta, com mais de metade das ações propostas, seguido por suas contrapartes estaduais e por ONGs “verde-indígenas”.