O pré-candidato a presidente da República Romeu Zema (Novo) voltou a renovar sua intenção de privatizar “todas” as estatais “que faturam”. Questionado pela jornalista Daniela Lima sobre os Correios – mas reforçando que empresas como Petrobras e Banco do Brasil estariam incluídos – o ex-governador de Minas Gerais voltou a prometer vender “tudo”, num plano que ele chama de “implacável”. O objetivo seria amortizar dívida pública.
“Vamos botar tudo pra vender. Vão entrar ‘todas’ as estatais O grande mal do Brasil se chama dívida pública, as famílias estão comprando parcelado e pagando juros altíssimos por causa da gastança do Lula”, disse Zema em entrevista ao programa Frente a Frente, do Uol e da Folha de S.Paulo.
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Desde o lançamento da candidatura, Zema incorporou um modelo econômico liberal ao plano de governo e a anulação do chamado “custo Brasil”. Questionado sobre qual seria o período que levaria para implementar as medidas, que, de acordo com Zema reduziria juros “pela metade”, Zema declarou que isso dependeria de sua relação com o Congresso, sem um compromisso de tempo definido para a medida.
Zema assumiu o governo de Minas Gerais com uma das maiores dívidas entre os estados brasileiros e implementou uma política de ajuste fiscal, que regularizou o pagamento de servidores e repasses aos municípios. Além disso, o estado voltou a ter capacidade de investimentos em áreas como educação e infraestrutura, em parceria com o capital privado. Ele saiu do governo com aprovação de 53%.
Zema é o único candidato da oposição que cresceu, dentro da margem de erro, de acordo com recente sondagem eleitoral. Sua candidatura ganhou fôlego após um embate com o ministro Gilmar Mendes, motivado por uma série satírica.

















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