O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, defendeu nesta segunda-feira (22) a redução da carga tributária e a desburocratização da economia. Também prometeu uma política externa baseada em relações “pragmáticas” com os Estados Unidos e a China.
As declarações foram feitas durante o evento “A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. A iniciativa reúne nomes cotados para disputar o Palácio do Planalto em 2026 e busca apresentar ao setor produtivo propostas para áreas como economia, infraestrutura, energia e segurança jurídica.
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Ao apresentar suas propostas, Flávio comparou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro ao do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, a gestão anterior conseguiu preservar a responsabilidade fiscal, reduzir impostos e ampliar a arrecadação mesmo em meio à pandemia, à guerra na Ucrânia e à crise hídrica. “O governo do presidente Bolsonaro perseguia de forma incessante a redução da carga tributária”, afirmou.
O senador criticou o aumento da tributação e o que classificou como excesso de regulamentação da economia. Segundo ele, um eventual governo sob seu comando retomaria uma agenda voltada à redução do tamanho do Estado e à melhoria do ambiente de negócios.
Flávio também afirmou que pretende restabelecer uma relação mais próxima com os Estados Unidos. Segundo ele, o atual governo tem colocado a ideologia acima dos interesses econômicos do país e adotado uma postura de confronto com Washington.
“A partir de janeiro do ano que vem, o Brasil terá um presidente da República que vai sentar em uma mesa e negociar de igual para igual com os Estados Unidos”, disse.
O pré-candidato afirmou ainda que investidores estrangeiros aguardam uma “mudança de rumos” no Brasil e atribuiu à insegurança jurídica parte das dificuldades para atração de investimentos.

















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