A busca da família do piloto e influenciador Lito Sousa por uma alternativa experimental para a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) sofreu novos obstáculos nesta terça-feira (25).

A esposa dele, Mila Seidl, informou pelas redes sociais que recebeu respostas negativas das duas instituições que eram consideradas as principais possibilidades para tentar incluir Lito em estudos clínicos no exterior.

Segundo Mila, a farmacêutica Ionis Pharmaceuticals informou que os estudos com o medicamento experimental ION717 estão fechados para novos participantes e que, neste momento, não é possível autorizar o chamado uso compassivo da substância. A modalidade permitiria, em determinadas circunstâncias, o acesso de um paciente fora de um ensaio clínico regular.

A segunda resposta veio do Broad Institute, ligado a Harvard e ao MIT. De acordo com a esposa de Lito, a instituição sinalizou que ele poderia passar por uma entrevista inicial, mas a possibilidade seria de inclusão no grupo de controle de um estudo, que não recebe o medicamento experimental.