O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira (25) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise, em até cinco dias, pedidos pendentes relacionados às investigações dos casos Master e INSS. Entre as solicitações estão pedidos de revisão ou revogação de prisões, uma manifestação do ministro André Mendonça – então relator dos dois processos na Corte – e um requerimento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

As investigações foram encaminhadas à presidência do STF no último dia 12 por determinação de Fachin, e desde então aguardavam uma nova decisão. O tribunal chegou a iniciar a análise de uma questão envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, mas o julgamento foi interrompido após pedido de vista do ministro Flávio Dino.

A retomada das investigações e os requerimentos apresentados no âmbito dos casos Master e INSS permanecem, portanto, pendentes de decisão de Fachin. Antes de decidir sobre as medidas, o presidente do STF determinou que a PGR avalie a “pertinência, necessidade, adequação e eventual repercussão” das providências sobre investigações em andamento.

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