A reação de setores da esquerda aos boicotes contra eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições contrasta com episódios em que militantes, organizações e representantes desse campo político defenderam ou promoveram iniciativas semelhantes contra empresas e veículos de comunicação associados à direita.

Os episódios incluem campanhas para evitar o consumo de marcas cujos proprietários apoiavam o então presidente Jair Bolsonaro (PL), a pressão do Sleeping Giants Brasil (SGB) sobre anunciantes de jornais conservadores e declarações de Fernando Haddad (PT) favoráveis ao boicote por razões ideológicas.

Boicote a empresas cujos donos apoiavam Bolsonaro

Em março de 2020, uma campanha nas redes sociais convocou consumidores a boicotar empresas cujos proprietários apoiavam Bolsonaro.

A mobilização atingiu marcas como Havan, Riachuelo, Centauro, Smart Fit, Bio Ritmo, Coco Bambu e Madero.