A jornalista Gloria Steinem, conhecida como uma das principais vozes das pautas feminista e abortista, morreu aos 92 anos.

A fundação que leva o seu nome informou nas redes sociais que a ativista “faleceu pacificamente” em sua casa na cidade de Nova York, nesta quarta-feira (2), “cercada por muitos que a amavam”. A causa da morte não foi divulgada.

Steinem ganhou projeção na década de 1970, quando cofundou e editou a Ms. Magazine, pioneira em temas relacionados ao feminismo. Foi nesse mesmo período que ela se tornou uma defensora ativa do aborto.

Aos 22 anos, ela própria fez um aborto ilegal em Londres. Em uma entrevista de 2019 ao programa Today, da emissora NBC, ela chegou a comparar as ações do presidente Donald Trump e de apoiadores pró-vida às do ditador Adolf Hitler.