
O PT driblou o TSE e escolheu o Flávio Dino para julgar a suposta interferência americana nas eleições brasileiras. Em vez de levar a questão ao tribunal competente, a campanha de Lula endereçou diretamente uma ADPF ao ministro do STF, que já era relator de um processo sobre atos estrangeiros. A justificativa foi técnica, mas o efeito prático é óbvio: o caso caiu nas mãos de quem o PT considera aliado.
Whatsapp: entre no grupo e receba as colunas de Rodrigo Constantino
A petição pede inquérito da Polícia Federal para apurar aportes da Rockbridge Network, organização ligada ao vice-presidente J.D. Vance, além de publicidade paga no exterior em perfis do X favoráveis a Flávio Bolsonaro. No TSE, a mesma campanha protocolou uma AIJE pedindo a cassação da chapa e a inelegibilidade de Flávio e Eduardo Bolsonaro por abuso de poder político, econômico e dos meios de comunicação.
A Ana Paula Henkel resumiu o que muita gente pensa: “A realidade arrebentou a porta do sistema. Diante das pesquisas recentes e da perspectiva de derrota, o desespero se instalou. Resta o recurso de sempre: mais um golpe. Inacreditável o que pretendem fazer com a campanha de Flávio Bolsonaro. Dino é Lula. Moraes é Lula”.
O PT nunca ligou para a verdade. A única coisa que interessa a Lula e seus cúmplices é manter o poder, custe o que custar, para continuar com as falcatruas e desvios bilionários. Será que uma máfia dessas aceita o resultado contrário das urnas?
João Luiz Mauad foi mais direto ainda: “Anotem aí: isso ainda vai dar merda. Um golpe está em gestação nas entranhas do sistema. Flávio Bolsonaro pode até ganhar, mas vão fazer o diabo para ele não levar, inclusive melar o pleito. Quem viver verá”.
A lógica é simples e perversa. Se Flávio lidera as pesquisas, não se combate com argumentos – se combate com processo. A AIJE é o mesmo instrumento que derrubou Jair Bolsonaro em 2022. Agora querem repetir a dose, com o agravante de que o relator do STF é um ex-ministro do governo Lula.
O timing não é coincidência. Faltam poucos dias para o primeiro turno. Uma investigação aberta agora, mesmo sem condenação, gera manchetes, contamina a campanha e cria a narrativa de que o adversário é ilegítimo. É o método conhecido: usar a Justiça como arma eleitoral.
Dino, aliás, já demonstrou o padrão. Pediu vista em julgamento sensível, reintegrou o diretor da PF contra a maioria da Segunda Turma e trata o Maranhão como se fosse capitania hereditária. Um ministro que age como militante não é o juiz ideal para apurar interferência estrangeira – é parte interessada. Um comunista contra o “império estadunidense”.
VEJA TAMBÉM:
- A usurpação anunciada: ala de Gilmar Mendes quer o controle do TSE
- Pra cima deles, Mendonça – o STF em guerra e Lula na cena do crime
O risco é real. Se o pleito for “melado” por decisão judicial, a legitimidade do resultado morre antes mesmo da urna. E o Brasil, que já viu um presidente cassado por processo político, pode ver outro. A diferença é que desta vez a manobra é transparente – e por isso mesmo mais perigosa.
Uma quadrilha como a petista não larga o osso facilmente. Lula mesmo já se confessou disposto a “fazer o Diabo” para vencer. E, no linguajar lulista, isso inclui certamente apelar para o tapetão. Pelo visto nem todo populismo bilionário, com promessas irreais de coisas gratuitas, adiantou. Lula derrete e Flávio avança, e isso leva o PT ao desespero.
Interferência americana teve mesmo em 2022, a favor de Lula. O presidente era Joe Biden, a grana na USAID irrigava o TSE e militantes petistas, e Moraes comandava com claro viés o tribunal que perseguia quem ousasse chamar ladrão de ladrão ou mencionar seus laços históricos com ditadores comunistas. Além disso, emissários do Pentágono e da CIA mandaram recados para nossas autoridades.
Agora, o presidente mudou e Donald Trump não vai compactuar com esse jogo sujo. Resta a narrativa frágil de “intervenção” por meio de recursos para impulsionar redes sociais. O PT nunca compreendeu que há um movimento orgânico em prol da direita, pois o mesmo não ocorre na esquerda, bancada por mortadela estatal. Quem divulga no X o Polymarket, proibido no Brasil pelo governo Lula, o faz voluntariamente. Eu sou um deles, e ainda não recebi um só centavo da CIA ou da Casa Branca.
Mas o PT nunca ligou para a verdade. A única coisa que interessa a Lula e seus cúmplices é manter o poder, custe o que custar, para continuar com as falcatruas e desvios bilionários. Será que uma máfia dessas aceita o resultado contrário das urnas?

















Leave a Reply