
A nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira-feira (1º), mostra como está a disputa para presidente da República nas eleições de 2026.
Lula (PT) soma 38% das intenções de voto e abre 9 pontos percentuais para Flávio Bolsonaro (PL) no cenário estimulado de primeiro turno com a presença de todos os candidatos registrados, incluindo Pablo Marçal (PRTB).
Nesse mesmo cenário, Augusto Cury (Avante) se consolida como terceira força ao alcançar 10% das intenções de voto.
Já nos cenários simulados de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 44% dos votos cada. Ronaldo Caiado (PSD) fica numericamente à frente do petista, mas há empate dentro da margem de erro, por 45% a 43%.
Lula também empata tecnicamente dentro da margem de erro com Romeu Zema (Novo), por 43% a 40%, e com Pablo Marçal, por 44% a 40%, respectivamente. O petista venceria Renan Santos (Missão), por 44% a 37%.
Pesquisa para presidente da República em 2026
O levantamento apresentou um cenário espontâneo e dois estimulados para a disputa presidencial de 2026, sendo um com e outro sem Pablo Marçal (PRTB).
Lula lidera pesquisa espontânea
- Lula (PT): 35%
- Flávio Bolsonaro (PL): 25%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 4%
- Renan Santos (Missão): 4%
- Ronaldo Caiado (PSD): 2%
- Jair Bolsonaro*: 1%
- Pablo Marçal (PRTB): 1%
- Outros: 1%
- Branco/Nulo: 11%
- Não sabe/Não respondeu: 16%
*Jair Bolsonaro está inelegível até 2030 após condenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
Lula fica na frente em cenário estimulado com Pablo Marçal
- Lula (PT): 38%
- Flávio Bolsonaro (PL): 29%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 10%
- Renan Santos (Missão): 6%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4%
- Pablo Marçal (PRTB): 3%
- Zema (Novo): 2%
- Outros: 2%
- Branco/Nulo: 3%
- Não sabe/Não respondeu: 3%
Sem Pablo Marçal, Lula mantém liderança
- Lula (PT): 38%
- Flávio Bolsonaro (PL): 30%
- Escritor Augusto Cury (Avante): 11%
- Renan Santos (Missão): 7%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4%
- Romeu Zema (Novo): 2%
- Outros: 2%
- Branco/Nulo: 3%
- Não sabe/Não respondeu: 3%
Segundo turno para presidente da República
Lula x Flávio Bolsonaro
- Lula (PT): 44%
- Flávio Bolsonaro (PL): 44%
- Branco/Nulo: 9%
- Não sabe/Não respondeu: 3%
Ronaldo Caiado x Lula
- Ronaldo Caiado (PSD): 45%
- Lula (PT): 43%
- Branco/Nulo: 8%
- Não sabe/Não respondeu: 4%
Lula x Romeu Zema
- Lula (PT): 43%
- Romeu Zema (Novo): 40%
- Branco/Nulo: 10%
- Não sabe/Não respondeu: 7%
Lula x Renan Santos
- Lula (PT): 44%
- Renan Santos (Missão): 37%
- Branco/Nulo: 12%
- Não sabe/Não respondeu: 7%
Lula x Pablo Marçal
- Lula (PT): 44%
- Pablo Marçal (PRTB): 40%
- Branco/Nulo: 10%
- Não sabe/Não respondeu: 6%
Potencial de voto dos candidatos
O indicador reúne a soma dos entrevistados que afirmam que votariam com certeza no candidato com aqueles que consideram uma possibilidade de voto.
Lula (PT)
- Votaria com certeza: 30%
- Considero uma possibilidade de voto: 19%
- Conheço e Não votaria: 50%
- Não conheço suficiente para opinar: 1%
Flávio Bolsonaro (PL)
- Votaria com certeza: 20%
- Considero uma possibilidade de voto: 24%
- Conheço e Não votaria: 50%
- Não conheço suficiente para opinar: 6%
Ronaldo Caiado (PSD)
- Votaria com certeza: 2%
- Considero uma possibilidade de voto: 43%
- Conheço e Não votaria: 39%
- Não conheço suficiente para opinar: 16%
Romeu Zema (Novo)
- Votaria com certeza: 1%
- Considero uma possibilidade de voto: 39%
- Conheço e Não votaria: 36%
- Não conheço suficiente para opinar: 24%
Renan Santos (Missão)
- Votaria com certeza: 3%
- Considero uma possibilidade de voto: 33%
- Conheço e Não votaria: 40%
- Não conheço suficiente para opinar: 24%
Pablo Marçal (PRTB)
- Votaria com certeza: 1%
- Considero uma possibilidade de voto: 36%
- Conheço e Não votaria: 48%
- Não conheço suficiente para opinar: 15%
Escritor Augusto Cury (Avante)
- Votaria com certeza: 6%
- Considero uma possibilidade de voto: 41%
- Conheço e Não votaria: 24%
- Não conheço suficiente para opinar: 29%
Clariana Barão (DC)
- Votaria com certeza: 0
- Considero uma possibilidade de voto: 7%
- Conheço e Não votaria: 8%
- Não conheço suficiente para opinar: 85%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata)
- Votaria com certeza: 0
- Considero uma possibilidade de voto: 5%
- Conheço e Não votaria: 14%
- Não conheço suficiente para opinar: 81%
Rui Costa Pimenta (PCO)
- Votaria com certeza: 0
- Considero uma possibilidade de voto: 11%
- Conheço e Não votaria: 25%
- Não conheço suficiente para opinar: 64%
Edmilson Costa (PCB)
- Votaria com certeza: 0
- Considero uma possibilidade de voto: 12%
- Conheço e Não votaria: 16%
- Não conheço suficiente para opinar: 72%
Hertz Dias (PSTU)
- Votaria com certeza: 0
- Considero uma possibilidade de voto: 9%
- Conheço e Não votaria: 18%
- Não conheço suficiente para opinar: 73%
Samara (UP)
- Votaria com certeza: 0
- Considero uma possibilidade de voto: 16%
- Conheço e Não votaria: 24%
- Não conheço suficiente para opinar: 60%
Metodologia: A Real Time Big Data entrevistou 2.000 pessoas do dia 27 até 31 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.

















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