O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) manteve extinta uma ação do superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Goiás, Gilvane Felipe. O acórdão da 5ª Câmara Cível foi assinado na última quinta-feira (3).

O episódio ocorreu em 14 de setembro de 2025, na cidade de Pirenópolis (GO). Caiado afirmou que Gilvane criou obstáculos à criação do novo Cavalhódromo de Pirenópolis por “inveja” e “perseguição” política. O então governador atribuiu o movimento a uma estratégia de seu antecessor, Marconi Perillo (PSDB), para prejudicá-lo.

Com isso, o superintendente alegou que seu nome estaria sendo utilizado para alavancar o nome do vice-governador, Daniel Vilela, que agora disputará como cabeça de chapa. Ele pediu uma indenização de R$ 50 mil, mas reduziu em seguida para R$ 30 mil.

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