Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou nesta sexta-feira (16) a liminar do ministro Marco Aurélio Bellizze que impôs regras à Meta para garantir um tratamento igualitário nas redes sociais entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do candidato Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno nas eleições presidenciais. A Meta é dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

A decisão de Bellizze foi analisada no plenário virtual. Acompanharam o entendimento do relator os ministros Floriano de Azevedo Marques, André Mendonça, Estela Aranha, Ricardo Villas Bôas Cueva, Nunes Marques e Dias Toffoli. 

A Coligação Brasil Pronto pra Mais, que representa Lula, acionou o TSE, apontando suposto tratamento desigual na comparação com a campanha de Flávio. Entre as queixas, o PT citou a desativação de anúncios eleitorais, anomalias no contador de visualizações e suposto viés na ferramenta Meta AI, citando que o assistente se recusou a gerar imagens relativas a Lula enquanto produzia peças favoráveis ao candidato do PL.

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