O deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) teria usado a influência do cargo parlamentar para transmitir a terceiros a percepção de que poderia atuar junto a ministros de tribunais superiores mediante pagamentos elevados, segundo a investigação da Polícia Federal que levou à terceira fase da Operação Transparência na manhã desta segunda-feira (14).

A suspeita consta da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão contra o deputado e a esposa, Valéria Rodrigues Linhares, no Distrito Federal e em São Paulo. A investigação aponta que Cezinha de Madureira teria negociado com terceiros o pagamento de valores expressivos condicionado ao resultado de processos em andamento.

A Gazeta do Povo procurou, mais cedo, o deputado Cezinho de Madureira para se pronunciar sobre a operação e aguarda retorno.

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