O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não planeja retirar os cerca de 50.000 soldados envolvidos na guerra do Irã até “termos uma conclusão” no país.
“Não considero (as tropas) em perigo”, disse Trump à entrevista à NBC gravada na sexta-feira (5) e divulgada neste domingo (7). “Temos a melhor defesa que alguém já viu. Temos o melhor ataque que alguém já viu. Portanto, não considero isso perigoso.”
“Eu diria que seria imprudente fazer isso porque talvez possamos usá-los”, acrescentou Trump.
Durante a entrevista, Trump comparou o número de vítimas na operação do Irã com a guerra dos EUA no Vietnã, durante a qual os EUA perderam mais de 58 mil soldados.
“Perdemos 13 pessoas aqui e isso é muito. Treze pessoas, demais”, disse Trump. “Mas, se olharmos para o Vietnã, onde centenas de milhares de pessoas foram mortas, se olharmos para qualquer uma das últimas sete ou oito guerras onde muitas, muitas pessoas foram mortas, perdemos 13. E, novamente, 13 é muito. Não quero perder nenhuma. Mas 13 é menos do que qualquer um jamais imaginou.” “Acho que estamos fazendo um ótimo trabalho”, acrescentou.
13 militares dos EUA foram mortos em conexão com o conflito. Seis militares foram mortos em 1º de março após um ataque iraniano no porto de Shuaiba, no Kuwait. Um militar morreu em 8 de março após um ataque do Irã à Base Aérea Prince Sultan, na Arábia Saudita, e seis militares morreram em 12 de março, quando uma aeronave de reabastecimento KC-135 Stratotanker da Força Aérea dos EUA caiu no oeste do Iraque.

















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