Ao paralisar procedimentos que envolviam os ministros André Mendonça, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e a Procuradoria-Geral da República (PGR), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que a sucessão de ordens monocráticas divergentes gerou um conflito que configura “grave lesão à ordem pública” e à integridade da Corte.

Diante da guerra de liminares, Fachin travou “todo e qualquer procedimento que verse sobre potencial investigação em face de integrantes deste Supremo Tribunal Federal”, estabelecendo que tais matérias devem ser previamente remetidas à Presidência da Corte. 

O ministro apontou que as decisões provocaram quadro de instabilidade e risco de “tumulto processual” no Tribunal. Ele classificou como grave a situação em que atos de ministros passaram a ser “desafiados horizontalmente” por outros colegas por meio de despachos paralelos.

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