O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, recebeu em seu gabinete, nesta quinta-feira (10), o ministro André Mendonça e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para discutir como será o julgamento, na próxima terça-feira (15), que poderá abrir uma investigação criminal contra Alexandre de Moraes.

Nesta semana, em razão do agravamento da crise interna na Corte, Fachin decidiu cancelar as sessões de julgamento do plenário do Supremo, que ocorrem todas as quartas e quintas. Com isso, vários ministros se fecharam em articulações.

Também estiveram com Fachin, nesta quinta, o próprio Moraes, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e Dias Toffoli – o primeiro, como possível investigado, não votará. Toffoli, por sua vez, ainda não anunciou se participará ou não. Desde fevereiro, quando deixou a relatoria do caso Master por pressão dos pares, ele tem se declarado suspeito para votar em julgamentos relacionados. Nada impede que mude de ideia para votar sobre a situação de Moraes.

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