O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, acompanhou neste sábado (24) a verificação dos sistemas utilizados nas eleições de 2026 e afirmou que os mecanismos de votação e apuração estão protegidos contra interferências externas. Durante a cerimônia, a Corte também emitiu a chamada “zerésima da totalização”, documento que confirma a ausência de votos previamente registrados para os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que disputam o segundo turno.
Ao encerrar o procedimento, Nunes Marques afirmou que os sistemas estão preparados para garantir a integridade dos votos e a transparência da apuração.
“Os sistemas que acabamos de verificar estão prontos, autênticos e blindados contra qualquer ingerência indevida”, declarou o ministro.
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O presidente do TSE também assegurou que os votos registrados pelos eleitores serão preservados e contabilizados corretamente.
“As cidadãs e os cidadãos do nosso País podem ter a mais absoluta e irrestrita certeza de que, ao comparecerem às seções eleitorais e pressionarem a tecla ‘confirma’, o seu voto será registrado, preservado e totalizado com total integridade e transparência”, afirmou.
Segundo Nunes Marques, a cerimônia representa o encerramento de uma etapa de fiscalização técnica que começou em outubro do ano passado. Nesse período, foram abertas 40 oportunidades de fiscalização e auditoria dos procedimentos eleitorais por entidades autorizadas a acompanhar o processo.
Realizada na sede do TSE, em Brasília, a cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas contou com a participação de observadores internacionais e representantes de instituições como o Ministério Público Federal (MPF). O procedimento verifica se os programas instalados no tribunal são exatamente os mesmos que foram inspecionados pelas entidades fiscalizadoras, receberam assinaturas digitais e tiveram seus códigos lacrados.
Entre as instituições responsáveis pelo acompanhamento estão o próprio TSE, o Ministério Público Federal (MPF), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). A verificação envolveu os sistemas responsáveis pela transmissão, pelo recebimento e pela totalização dos resultados das urnas eletrônicas.
Ao todo, foram examinados cinco sistemas: Transportador de Arquivos, Transportador Web, Receptor de Arquivos de Urna (RecArquivos), Informação de Arquivos de Urna (InfoArquivos) e Sistema de Gerenciamento da Totalização (Sistot).

















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