
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, na tarde desta quarta-feira (28), que é o “líder do Brasil” e prometeu comandar a oposição ao governo Lula (PT). Inicialmente, ele havia se declarado “verdadeiro presidente eleito do Brasil” em uma nota divulgada pelo jornalista Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro. Flávio publicou uma nova versão da carta nas redes sociais, em que se autodeclara “líder do Brasil”.
Além disso, a primeira versão da missiva trazia um brasão em que o nome do país era grafado como “Estados Unidos do Brazil”, usado até 1967. A nova nota apresenta o brasão com a inscrição “República Federativa do Brasil”. Foi a primeira manifestação pública do parlamentar após desembarcar nos Estados Unidos com a família.
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta quarta-feira (28). Hoje participam do programa o escritor Francisco Escorsim, a advogada Fabiana Barroso e o colunista da Gazeta do Povo Luís Ernesto Lacombe.
Alcolumbre: reeleição em troca de Bolsonaro
O programa também vai falar a respeito das articulações políticas dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Ambos fizeram uma visita de cortesia ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PL) para parabenizá-lo pela reeleição. Segundo aliados, Alcolumbre poderia dar indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em troca da reeleição.
O drible de Flávio em Moraes
Outro tema do programa de hoje será a manifestação da Polícia Federal (PF), segundo a qual a viagem de Flávio aos EUA não teria caracterizado uma fuga. A justificativa foi dada um dia depois do parlamentar descumprir uma ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes pessoal e diplomático.
As manobras de Motta
Por fim, os comentaristas vão falar a respeito do anúncio de Hugo Motta (Republicanos-PB) sobre a criação de um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de regulação da propaganda eleitoral nas plataformas digitais. A criação ocorre dias depois do fim da eleição presidencial brasileira em que partidos alegaram benefícios das big techs, como a Meta, a determinadas campanhas.

















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