O fracasso do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na aprovação de Medidas Provisórias (MPs) no Congresso Nacional atingiu a taxa de 68% nos seis primeiros meses de 2026.

Isso significa que, atualmente, de cada dez medidas editadas pelo governo Lula, apenas três viram lei, em média. A imensa maioria evapora nas gavetas das comissões até que o prazo constitucional de 120 dias expire.

É a consolidação da tática da “caducidade” que os partidos de oposição e do Centrão passaram a usar no Congresso para desarmar as pautas do Executivo, evitando o desgaste de votações nominais.

Nos seis primeiros meses de 2026, entre 19 Medidas Provisórias editadas pelo governo com validade constitucional de 120 dias encerrada no período, 13 perderam a validade e apenas 6 viraram leis após análise do Congresso.