O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, negou seguimento ao pedido do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para afastar cautelarmente Paulo Gonet do cargo de procurador-geral da República.

A decisão, assinada na quarta-feira (4), aponta que o parlamentar não tem legitimidade para exigir que a Corte processe uma notícia de crime e que não existem indícios mínimos para justificar a abertura de uma investigação contra o chefe do Ministério Público Federal (MPF).

Nikolas apresentou a petição depois que mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, trouxeram referências a Gonet.

O material também inclui uma fotografia do procurador-geral ao lado de Vorcaro, em Londres, durante um encontro em abril de 2024.